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CazéTV na Copa: preço e futuro dos direitos esportivos

CazéTV na Copa: preço e futuro dos direitos esportivos
Daniela Toviansky)

A compra de todos os jogos da Copa de 2026 pela CazéTV vai além de um simples negócio. O primeiro sinal é que as plataformas digitais deixaram de ser coadjuvantes. Hoje, elas concorrem e podem vencer na briga pelos maiores eventos esportivos do mundo. Isso muda a forma como a FIFA, confederações e detentores de direitos negociam seus produtos.

O segundo ponto é que acaba a ideia de que apenas as grandes redes de televisão têm capacidade para sustentar uma operação dessa dimensão. A CazéTV mostrou que é possível montar um modelo apoiado em publicidade, distribuição multiplataforma e parcerias, ampliando o alcance do conteúdo.

A experiência também evidenciou pontos que precisam ser corrigidos. O excesso de comentaristas em algumas transmissões, a disputa pela palavra, a gritaria e a necessidade de maior objetividade são aspectos naturais para quem assumiu uma operação dessa escala. O crescimento exige amadurecimento editorial.

A maior das lições é que, a partir de agora, a disputa pelos direitos esportivos dificilmente voltará a ser só entre televisão aberta e TV paga. O jogo passou a incluir, em igualdade de condições, plataformas digitais, streamings e novos modelos de distribuição. A Copa de 2026 será lembrada como a competição que consolidou essa nova realidade.

No rádio, nunca uma Copa do Mundo teve uma cobertura tão apagada. Foi um arrozinho com feijão mal temperado, sem nada a oferecer de diferente ou à frente das outras mídias. Ou se reinventa ou morre.

O jornalismo da TV está numa fase de tantas mentiras que, se você escrever o certo e verdadeiro, estará cometendo o perjúrio de desmentir alguém. A ordem agora é enganar e sair caçando cliques e repercussão. As notícias intencionalmente mal dadas e falsas podem comprometer a vida de uma pessoa e a carreira de muitas.

Renato Machado, que nos deixou ontem, costumava dizer que o telejornalismo era um aprendizado diário. Aos 83 anos, deixa uma carreira que confirma esse pensamento. Foi um dos jornalistas que melhor compreenderam que credibilidade se constrói todos os dias.

A Record definiu que “Amor em Ruínas” terá 35 capítulos, distribuídos ao longo de dez semanas. Inspirada na história do profeta Oseias, a produção aposta em um drama sobre fé, perdão, redenção e reconstrução emocional. Escrita por Cristiane Cardoso e equipe, tem no elenco nomes como Sergio Marone, Luiza Tomé, Dalton Vigh, Iran Malfitano, Sidney Sampaio, Larissa Maciel, Letícia Laranja e Pedro Cassiano.

O pessoal de “A Fazenda” não terá a correria das outras vezes para as obras e a decoração da casa. Já está quase tudo pronto. Embora na mesma área, a “Casa do Patrão” foi construída em outro lugar.

O “The Voice” que vem aí no SBT terá o júri quase que inteiramente modificado. Péricles e Duda Beat já tinham saídas anunciadas e Mumuzinho também não estará. Por enquanto, sabe-se que apenas Lauana Prado será uma das novidades.

Está quase tudo pronto para a inauguração do novo estúdio da BandNews TV. A divulgação de imagens só acontecerá no dia 23, com as solenidades de praxe.

O SporTV 3 e a ge TV estão transmitindo o Ultimate Tennis Show, que vai até amanhã, no Maracanãzinho, reunindo oito tenistas, entre eles João Fonseca. Narração de Eusébio Resende, comentários de Joana Cortez e reportagem de Domingos Venâncio.

A partir de segunda-feira, o “Jornal Nacional” não terá Renata Vasconcellos, que retornará dos Estados Unidos e terá folga. Também não terá César Tralli, que ficará de férias até agosto. Heraldo Pereira e Ana Luiza Guimarães foram escolhidos para os lugares.

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