Insights

Bar do César: penúltimo episódio de Pesadelo

A Band exibe nesta terça-feira (5), às 22h30, o último episódio da 5ª temporada de Pesadelo na Cozinha, gravado no Bar do César, na região do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

No episódio, Jacquin é chamado para socorrer o negócio comandado por César e sua família. Eles buscam desesperadamente encontrar o equilíbrio entre a dedicação para o sucesso do negócio e o bem-estar do proprietário.

Além da TV aberta, o episódio pode ser acompanhado ao vivo no aplicativo gratuito Bandplay e no site Band.com.br.

Jacquin vai até o Planalto Paulista, na zona sul de São Paulo, para ajudar César Giraldi, empresário de 72 anos que há duas décadas carrega nas costas o bar com seu nome. Mesmo não tendo concorrência na região do aeroporto, o local é descrito como desprovido de alma e identidade.

O patrão trabalha de domingo a domingo em um estabelecimento que produz em excesso e desperdiça na mesma proporção. Na ausência de uma liderança firme, os funcionários desrespeitam a hierarquia, faltam quando querem e transformam o serviço em bagunça.

Em meio a um buffet pouco convidativo, receitas à la carte abaixo do padrão e exaustão extrema, o francês se depara com um homem no limite. “Uma ou duas vezes que eu feche na semana, os boletos já ficam sem pagar”, explica o empreendedor.

Avesso a qualquer tipo de modernização, o proprietário escreve de próprio punho, diariamente, o único cardápio que circula de mão em mão. A justificativa é que as opções mudam constantemente.

Apesar do tempero escasso, a comida não é das piores, mas o ambiente desorganizado e o fluxo intenso de pombos entre os alimentos e os fregueses geram indignação. “São ratos de asas e comem mais do que os clientes aqui”, alerta o chef sobre a demora, minutos antes de uma pessoa devolver um prato invadido pela ave.

Depois de identificar os problemas, Jacquin propõe alguns ajustes, mas o cozinheiro Geraldo Pereira desobedece à solicitação. O chef, se sentindo enganado, toma uma atitude imprevisível que assusta os presentes. “Não é tão sujo, só que se assemelha a um boteco fantasma. Vou tentar acordar o César porque parece que ele está dormindo, à espera do fim da vida”, lamenta.

Navegue por todo o conteúdo