TV em 2026: após a Copa, o que esperar?
Não há, neste momento, nada que estimule qualquer TV a promover grandes investimentos em produção e programação até o final deste ano. A Copa do Mundo está em jogo, mobilizando esforços, equipes e recursos extraordinários. Imediatamente após a entrega da taça, o mercado passará a conviver com o calendário eleitoral, que impõe limitações e um modo de ser inusual.
Além dos dois blocos diários destinados à propaganda partidária, um no começo da tarde e outro à noite, existe a necessidade de acomodar 70 minutos de inserções políticas ao longo do dia. Isso provoca ajustes de grade, dificulta o lançamento de novos projetos e reduz possibilidades de investimentos mais ousados. Diante desse cenário, a tendência é de cautela. Poucos grupos estarão dispostos a assumir riscos antes do encerramento do período eleitoral, no fim de outubro.
Passada essa fase, o mercado entra na reta final, com a programação voltada para as festas de Natal, férias e planejamento da temporada seguinte. O momento será de administração e preparação para o que virá em 2027.
A presença de Virgínia Fonseca no “Domingão” não deve representar nada para a conta bancária dela e nem para a audiência ou a história do programa. A exibição só tem se mostrado de uma inutilidade completa.
Desde já, dá vontade de saber como sairá o SBT depois da transmissão da Copa do Mundo, ou sua posição frente à disputa com a Record no campeonato da audiência. Foi durante a pandemia que a Record, por conta do seu jornalismo melhor estruturado, passou o SBT na audiência. Resta saber se a Copa do Mundo terá a mesma influência.
SBT e Globo, porque não têm a totalidade da Copa do Mundo, ficarão de fora de alguns jogos na definição da fase de grupos. Paraguai e Austrália será um deles, e mais 48 outros. A Cazé vai fazer tudo sozinha.
Gaby Cabrini, do “Fofocalizando” e “The Voice”, é a convidada do programa nesta terça-feira, na LeoDias TV, às 17h30, na sequência do “Jornal dos Famosos”.
A televisão precisa levar mais a sério o equilíbrio dos seus programas. Percebe-se que alguns gastam demais e nem sempre alcançam bons resultados, enquanto outros, menos pretensiosos, se saem muito melhor. Nada contra tentativas de inserir novidades no “Programa Silvio Santos”, apresentado por Patrícia Abravanel. Porém, o cuidado em resguardar suas características deve existir. A “Copinha SBT”, um futebol jogado lá, não combina com ele. Silvio Santos sempre será lembrado em tudo que se relacione com o verdadeiro SBT. Passou da hora de o programa das noites de domingo continuar com o nome dele. Por que não “Programa Patrícia Abravanel”?
Por força das circunstâncias, o narrador Vinícius Rodrigues foi escalado pela Globo para Nova Zelândia e Egito. Profissional conhecido do SporTV, foi uma agradável surpresa na TV aberta. Seguro, no tempo, zero escandaloso e interessado apenas em apresentar um bom trabalho.
O reconhecimento do Guinness Book a Galvão Bueno como o narrador com o maior número de jogos de Copas do Mundo transmitidos oficializa uma trajetória que marcou gerações. Independentemente de preferências, trata-se de um feito merecido.
O “Em Família” está no modo descanso durante a Copa do Mundo, mas Eliana segue com seu trabalho. Domingo, no Rio, ela gravou com Susana Vieira e Tony Ramos. João Neto, chefe do Transporte da RedeTV!, faleceu no domingo, em casa, vítima de infarto. Está prevista, para este ano, a produção de um filme sobre a vida de Ferreira Gullar.