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Globo mobiliza 4,4 mil para cobertura das eleições 2026

Globo mobiliza 4,4 mil para cobertura das eleições 2026
Urnas Eletrônicas

A Globo definiu sua estratégia de cobertura para as eleições de 2026 e vai mobilizar cerca de 4,4 mil profissionais. A operação será integrada entre TV Globo, GloboNews, g1 e emissoras afiliadas. O projeto prevê programação especial nos próximos meses, com entrevistas, debates, reportagens e reforço no combate à desinformação.

O debate entre os candidatos à Presidência da República está marcado para 1º de outubro. Pela primeira vez, o encontro será exibido logo após o “Jornal Nacional”, ocupando a faixa da novela das 21h, com transmissão simultânea pela GloboNews e pelo g1. As entrevistas com os presidenciáveis também mudam de horário e passarão a ser exibidas após o telejornal.

No primeiro turno, César Tralli e Renata Vasconcellos comandam as entrevistas com os candidatos à Presidência. Renata Lo Prete fica à frente dos encontros em um eventual segundo turno. Serão promovidos 27 debates estaduais no dia 29 de setembro e entrevistas ao vivo com candidatos aos governos estaduais nos telejornais locais.

O projeto editorial coloca o eleitor como foco da cobertura. Os telejornais nacionais e locais apresentarão séries especiais para contextualizar temas centrais da disputa. No “Jornal Nacional”, a série “JN nas Ruas – Brasil que Ensina” percorrerá regiões do país para ouvir a população sobre prioridades e desafios.

A GloboNews prepara programação dedicada ao período eleitoral. A partir de 4 de agosto, Andréia Sadi e Natuza Nery entrevistam os pré-candidatos no “Estúdio i”. Em 14 de agosto estreia nova temporada da “Central das Eleições”, e o “GloboNews Debate” volta à grade para discutir temas da campanha.

No digital, o g1 amplia sua participação com debates entre candidatos ao Senado em cinco capitais e uma série de mais de 50 vídeos explicativos em formato vertical. A cobertura da apuração será em tempo real em todos os 5.568 municípios brasileiros. As entrevistas e debates terão transmissão ao vivo pelas redes sociais, e o Fato ou Fake reforçará sua estrutura de checagem durante todo o processo eleitoral.

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