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Fantástico faz 53 anos e busca novo formato

Fantástico faz 53 anos e busca novo formato
Foto: Reprodução/ Instagram

O programa “Fantástico” completa 53 anos neste domingo em um momento que pede uma avaliação de seu próprio formato. Não se trata de uma questão de competência da equipe, mas sim da necessidade de uma rediscussão sobre o modelo atual de apresentação.

Desde sua estreia, o programa construiu sua trajetória com o equilíbrio entre informação, serviço e entretenimento. No começo, um grupo se reunia às segundas-feiras, sob a liderança de Boni e Walter Clark, para definir a pauta da semana. Em uma dessas ocasiões, foi decidido gravar a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, regida por Eleazar de Carvalho, na Igreja da Consolação, em São Paulo. Foram cinco dias de preparação, com caminhões de externas da TV Gazeta e direção de Augusto César Vannucci. A gravação ocorreu sem problemas, mas no domingo apenas um minuto foi ao ar, pois o espelho do programa estava repleto de outras pautas.

Nos últimos tempos, essa identidade perdeu força. O programa, em diversos momentos, se mostra arrastado e com uma dinâmica distante da agilidade de suas melhores fases. Altos e baixos fazem parte da televisão, mas, por sua importância, o “Fantástico” precisa reduzir essas oscilações. Voltar às origens, investir em grandes reportagens e buscar fatos inéditos é uma necessidade para recuperar o ritmo que sempre o distinguiu.

A eventual reformulação não tem relação com as apresentadoras Maju Coutinho e Poliana Abritta. O problema passa longe delas.

Mercado

Alfonso Aurin assumiu a vice-presidência de Negócios e Facilities do SBT, função que Alessandra Ribeiro exerceu até o mês passado. A escolha pode causar estranheza por sua trajetória na Engenharia, mas ele é pessoa da confiança da família Abravanel e de Daniela Beyruti.

Após 20 anos de SBT, o executivo Marcos Kotait informou que, há quatro meses, assumiu como CEO da Agência WE.

Outros destaques

O Grupo Globo transmitirá a NFL na temporada 2026-2027, de agora até fevereiro, pela TV Globo, ge TV e SporTV. Gaby Spanic, de “A Usurpadora”, volta às novelas em “Nido de Villanas”, microssérie gravada com iPhone 17 Pro. O programa “Herança em Jogo”, de Rodrigo Faro, terá 10 episódios no Globoplay e contará com Susana Vieira.

Ricardo Tavares deixou a direção operacional do GOAT, mas segue no comercial. O dono, Guilherme Bellintani, assumiu o controle. O desentendimento entre CBF e LiveMode impede a CazéTV de participar da Copa do Brasil, após ter transmitido 104 jogos da Copa do Mundo. A CNN Brasil contratou Maria Eduarda Herriot como comentarista de mercado imobiliário.

A GloboNews inicia hoje a cobertura das eleições com entrevistas de pré-candidatos no “Estúdio i”, com Andréia Sadi e Natuza Nery. Lula já informou que não irá, e Flavio Bolsonaro ainda não confirmou. Luiza Tomé está de volta à Globo para uma novela vertical do Globoplay. Remo e Santos jogaram na terça-feira, com vitória do Peixe por gol de Rony, que usou o apelido “Rústico” na camisa.

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