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Suecia en Mundial 2026: claves, DT y figura

A Suécia chega à Copa do Mundo de 2026 com um ataque poderoso, capaz de marcar a qualquer momento, e pretende disputar a liderança do Grupo F contra a Holanda. A seleção garantiu a vaga através dos playoffs, após terminar em quarto lugar no seu grupo de classificação, atrás de Suíça, Kosovo e Eslovênia.

O técnico é o inglês Graham Potter, o primeiro de sua nacionalidade a comandar a Suécia em um Mundial desde George Raynor em 1958, quando a equipe perdeu a final para o Brasil por 5 a 2. Potter tem um histórico irregular em clubes, com sucesso no Brighton e fracasso no Chelsea, mas possui uma ideia de jogo clara: posse de bola, pressão alta e jogo de posição. Ele é taticamente flexível e já treinou sistemas com três e quatro defensores, além de usar a sobrecarga nas laterais para criar superioridade numérica.

Fortalezas: A dupla de ataque formada por Viktor Gyökeres e Alexander Isak é uma das mais perigosas da Europa. Gyökeres, artilheiro do Arsenal, chega ao torneio no melhor momento da carreira. Marcou quatro gols em dez finalizações durante a classificação, mostrando alta probabilidade de marcar quando recebe a bola. Isak, apesar de vir de uma temporada com lesões no Liverpool, oferece qualidade técnica.

Debilidades: A Suécia terminou em quarto no grupo de classificação e precisou dos playoffs para se classificar, o que não é uma boa apresentação. O time depende muito de Gyökeres; se ele não funcionar, o ataque perde força. Além disso, Potter assumiu no meio do ciclo, após a saída de Jon Dahl Tomasson, o que deu pouco tempo para implementar completamente seus conceitos táticos.

Jogador a seguir: Viktor Gyökeres. O atacante do Arsenal marcou um hat-trick na semifinal do playoff e um gol no minuto 88 da final, comprovando frieza em momentos decisivos.

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