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Pix: entenda mudanças que BC estuda

O Banco Central (BC) estuda impor restrições ao uso do Pix por bancos e fintechs que apresentem fragilidades em segurança cibernética. A medida ocorre após uma sequência de ataques hackers que expuseram vulnerabilidades no sistema financeiro, principalmente em instituições menores e empresas de tecnologia que fazem a conexão com a infraestrutura do Pix.

Entre as propostas em análise estão limites para valores e horários de transações, além da possibilidade de impedir o registro de novas chaves por instituições consideradas de risco. Em casos mais graves, o acesso ao sistema pode até ser suspenso. A intenção do BC é atuar de forma preventiva, com respostas mais rápidas do que as previstas hoje nos processos administrativos.

Segurança do sistema

As vulnerabilidades identificadas em instituições menores e fintechs chamaram a atenção da autoridade monetária. O BC busca garantir que o sistema de pagamentos instantâneos continue operando com segurança para todos os usuários. As novas regras devem focar em instituições que não atendem aos padrões mínimos de proteção contra ataques cibernéticos.

A proposta ainda está em fase de estudos e não há data definida para sua implementação. O Banco Central deve abrir consulta pública antes de oficializar qualquer mudança nas regras do Pix. As medidas visam proteger os usuários e manter a confiança no sistema de pagamentos.

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