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Na onda de Moana, veja 6 live-actions no streaming

O live-action de “Moana”, lançado pela Disney na semana passada, não teve bom desempenho nas bilheterias mundiais. O filme é uma adaptação da animação infantil de 2016, que se tornou um fenômeno cultural. A versão com atores reais, estrelada por Catherine Laga’aia como a navegadora polinésia, não conseguiu atrair o público.

Nos últimos 20 anos, os live-actions se tornaram uma estratégia comercial usada repetidamente pelo estúdio, impulsionada pela nostalgia. Filmes como “A Bela e a Fera” (2017) e “Lilo e Stitch” (2025) foram sucessos de bilheteria, mas poucos agradaram fãs e críticos.

A lista a seguir reúne alguns títulos que se destacaram. Ficam de fora “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e “O Máskara” (1994), que adaptam um romance e uma história em quadrinhos, respectivamente, e não desenhos animados já conhecidos.

O Grinch (2000)
Disponível para aluguel em plataformas digitais, 105 min. O personagem criado por Dr. Seuss em 1957 ganhou um curta animado em 1966. O filme de Ron Howard, estrelado por Jim Carrey, eternizou o Grinch na cultura pop. A produção venceu o Oscar de maquiagem no ano seguinte. O visual da Quemlândia, construído com cenários físicos ampliados por computação gráfica, se destaca em relação a produções atuais feitas inteiramente por computador.

Scooby-Doo (2002)
Disponível na HBO Max e Prime Video, 87 min. Diferente dos live-actions atuais, esta adaptação da animação da Hanna-Barbera não levou a si mesma a sério. Apostou em cores vibrantes e figurinos excêntricos. O cachorro Scooby foi recriado com computação gráfica da época, hoje ultrapassada. O longa se tornou um filme cult pelo humor absurdo.

Peter Pan (2003)
Disponível na Netflix, 113 min. Dirigido por P. J. Hogan, o filme recriou a Terra do Nunca em estúdio, homenageando as origens teatrais da história de J. M. Barrie. A produção desenvolve o romance entre Peter (Jeremy Sumpter) e Wendy (Rachel Hurd-Wood) e explora a melancolia do menino que não quer crescer.

Speed Racer (2008)
Disponível na Netflix e HBO Max, 135 min. Dirigido por Lilly e Lana Wachowski, o filme retorna às raízes do mangá japonês. Os efeitos especiais são vibrantes e caóticos, como se tivessem saído das páginas dos quadrinhos. Com o tempo, a produção foi reconhecida como precursora da estética digital no cinema.

Christopher Robin (2018)
Disponível na Disney+, 104 min. Diferente de outros live-actions que usam computação gráfica para cenas de ação, este filme focou no desenvolvimento emocional dos personagens. Os animais mantêm a aparência de brinquedos de pelúcia, inspirados nas ilustrações de E. H. Shepard. Um Christopher Robin adulto e desiludido reencontra o Ursinho Pooh e passa por uma crise existencial.

Cruella (2021)
Disponível na Disney+, 134 min. Emma Stone interpreta a vilã do clássico “101 Dálmatas” (1961). O filme reinventa a personagem como uma estilista na Londres punk dos anos 1970, com looks e cenários extravagantes, dando profundidade emocional à vilã.

O que está chegando

Heartstopper para Sempre (2026)
Chega à Netflix nesta sexta (17), 114 min. O filme encerra a série de três temporadas. No longa, Nick (Kit Connor) e Charlie (Joe Locke) enfrentam questões sobre o futuro do relacionamento.

Undertone (2026)
Estreia nesta sexta (17) na HBO Max, 94 min. Uma apresentadora de podcast paranormal cuida da mãe doente e recebe áudios anônimos. Cada gravação deteriora sua sanidade.

Nada Entre Nós (2026)
Estreia na HBO Max nesta sexta (17), 90 min. Gael García Bernal e Natalia Oreiro estrelam uma comédia romântica sobre dois executivos que se conectam em um encontro corporativo.

Elize: Sombras de Uma Mulher (2026)
Chega à Netflix em 22 de julho, 114 min. O filme, com Lorena Comparato e Henrique Kimura, é inspirado no caso de Elize Matsunaga, que assassinou e esquartejou o marido.

Veja antes que seja tarde

A Cor Púrpura (2023)
Disponível na Netflix até 25 de julho, 141 min. O musical, baseado no romance de Alice Walker, acompanha Celie (Fantasia Barrino), uma mulher negra no sul dos EUA no século 20 que supera traumas com o apoio de uma irmandade feminina.

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