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Lições do Mercado Imobiliário: Visão 20/20

Calcular o retorno sobre o investimento (ROI) em reformas residenciais pode ser impreciso, mas algumas melhorias têm resultados mais garantidos. Um cinema ao ar livre com jacuzzi e fogueira, por exemplo, não está nesta lista. O texto é patrocinado e traz a perspectiva de uma corretora sobre o mercado imobiliário da região da Baía de São Francisco, nos Estados Unidos.

As temperaturas na região chegaram a 27°C, o que não é recorde mundial, mas causa desconforto em muitas casas antigas de Piedmont que não possuem ar-condicionado. A corretora Julie Gardner relata que, há cerca de dez anos, ela e o marido instalaram ar-condicionado em casa. Entre os itens que possuem estão: geladeira para bebidas, despensa, lavabo, cozinha externa, painéis solares, carregador para veículo elétrico e uma unidade habitacional acessória (ADU) legalizada.

Por outro lado, eles não investiram em itens como banho a vapor, sauna, hidromassagem, piscina, academia, sala de jogos, quadra esportiva ou adega climatizada. A corretora admite que gastou dinheiro em fiação Cat-5, sistema de som embutido e uma lareira externa, itens que se tornaram obsoletos ou são raramente usados. Ela também lamenta não ter insistido em uma lavanderia de verdade, freezer, gelo, closet e garagem para dois carros.

O texto destaca que muitas melhorias são escolhas pessoais de estilo de vida e têm pouca relação com o retorno financeiro na venda. Para quem busca maximizar o valor de revenda, os projetos com melhor retorno incluem: troca de portas de garagem e de entrada, reforma leve de cozinha, atualização de banheiros, pintura interna e externa, reforma de assoalhos, nova iluminação, troca de metais e bancadas, melhoria na calçada e paisagismo, manutenção de deck, poda de árvores e carpete novo.

Por fim, a corretora afirma que, após as reformas, a staging profissional é o que cria a conexão emocional com o imóvel. O artigo é assinado por Julie Gardner e Sarah Abel, da Compass Realty.

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