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El Niño: risco de formação é de 98% até o fim do ano

A agência dos Estados Unidos responsável pelo monitoramento oceânico e atmosférico elevou para 98% a probabilidade de formação do fenômeno El Niño até o fim deste ano. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 15 de maio de 2026.

De acordo com o relatório, as condições oceânicas e atmosféricas atuais indicam um aquecimento anormal das águas do Pacífico Equatorial, o que caracteriza o fenômeno. A agência norte-americana aponta que a tendência é de que o El Niño se consolide nos próximos meses.

Especialistas alertam que a chegada do fenômeno pode alterar o regime de chuvas e as temperaturas em diversas regiões do planeta. No Brasil, os efeitos costumam ser sentidos de forma diferente em cada área, com impacto direto na agricultura.

O Canal Rural destacou que o El Niño deve durar pelo menos nove meses e pode afetar todo o ciclo da safra de soja 2026/2027. A previsão preocupa produtores rurais, que se preparam para possíveis mudanças no clima durante o plantio e a colheita.

O G1 também repercutiu o tema, mostrando que as previsões para o El Niño já estão alterando a rotina de produção no campo. Agricultores de diferentes estados brasileiros estão ajustando o calendário de plantio e escolhendo variedades de cultivos mais resistentes às condições climáticas esperadas.

A confirmação do fenômeno, com alta probabilidade, reforça a necessidade de planejamento para os setores que dependem diretamente do clima, como a agropecuária e a geração de energia elétrica.

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