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Caiado silencia sobre ação contra sua escolta

Há pouco mais de 15 dias, Ronaldo Caiado falou sem qualquer constrangimento sobre o aparato de segurança de 51 policiais militares de Goiás que fazem a escolta dele e de sua família em agendas pelo país. Tratava o assunto como “obrigação constitucional” e ainda anunciou um reforço: após a homologação de sua candidatura à Presidência, afirmou que passaria a contar também com proteção da Polícia Federal.

Mas a desenvoltura durou pouco. Desde que virou alvo de uma ação do Ministério Público de Goiás, que o acusa de mobilizar um efetivo muito acima do previsto, usar a estrutura pública em benefício próprio e causar um prejuízo inicial de R$ 1,29 milhão aos cofres estaduais, Caiado não voltou a tocar no assunto. Procurado, nada diz sobre a acusação de ilegalidade e tampouco sobre os planos de contar com a proteção da PF.

Outras notas da coluna

Em outra frente, a Casa da Moeda omitiu uma reunião entre um diretor e um representante de uma refinadora de metais preciosos. O encontro, ocorrido sem transparência pública, levanta questionamentos sobre possíveis tratativas com o setor privado. A pasta não se manifestou oficialmente sobre o episódio até o momento.

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