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Amada morta em explosão de Porsche em Campinas

A jovem Lívia Bevilacqua Batista, de 20 anos, foi identificada nesta terça-feira (14) como a mulher que morreu após uma Porsche Cayman bater contra uma árvore e pegar fogo em Campinas (SP). Ela estava no veículo com o estudante Arthur Rodrigues de Souza, também de 20 anos, que dirigia o carro e também morreu na colisão.

Segundo a irmã Bianca Bevilacqua, Lívia havia iniciado o curso de Relações Internacionais na PUC-Campinas, mas trancou a matrícula recentemente. A irmã contou que a jovem era alegre e amorosa.

“Era uma filha maravilhosa, uma irmã companheira, uma neta apaixonada pela família e uma amiga muito querida. Ela era prestativa, carinhosa e tinha uma luz que marcava todos que conviviam com ela. Ela era, acima de tudo, extremamente amada”, disse Bianca.

De acordo com Bianca, a família enfrentou dias de sofrimento aguardando a confirmação da identidade da jovem e segue aguardando a liberação do corpo pelo Instituto Médico Legal (IML). Como forma de tentar se despedir, ela e a mãe chegaram a deixar flores no local do acidente nesta segunda (13).

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que a identificação das vítimas segue procedimentos técnicos e legais, como exame da arcada dentária, coleta de material biológico e outros exames periciais. Só após a conclusão desses processos o corpo é liberado aos familiares.

Bianca contou que Lívia saiu de casa para jantar no bar e restaurante SeoRosa Gramado e foi buscada por Arthur. Estudante de medicina da faculdade São Leopoldo Mandic, ele era o proprietário e conduzia a Porsche envolvida no acidente. “Ela foi buscada em casa e os dois foram juntos. Como qualquer jovem, saíram para conversar, se divertir e aproveitar a noite”, relatou.

A última comunicação com Bianca aconteceu durante o retorno da viagem. Segundo a irmã, Lívia enviou uma foto de dentro do carro. “Ela me mandou uma última foto em visualização única. Dentro do carro e já a caminho de casa. Ela conversou comigo. Ela não é uma menina irresponsável. Estamos vivendo uma dor impossível de descrever”, disse.

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