Alcolumbre propõe etapa inédita e trava votação da 6×1
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sugeriu um novo caminho para a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da jornada de trabalho 6×1. A medida, que prevê o envio da proposta para uma comissão especial antes da votação em plenário, é considerada inédita por parlamentares e pelo governo.
De acordo com uma nota encaminhada pelo Senado, desde 1988 nenhuma PEC aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) passou por outra comissão antes de ir a plenário. A avaliação de integrantes da base governista é que a proposta de Alcolumbre representa uma manobra para atrasar a votação da matéria.
O presidente da Casa afirmou que pretende ouvir os líderes partidários para decidir o caminho da proposta. Senadores da base do governo demonstraram preocupação com o possível atraso na tramitação. A PEC 6×1 é uma das prioridades da atual legislatura e trata da redução da jornada de trabalho.
A sugestão de Alcolumbre gerou reações no meio político. Enquanto o governo vê a medida como um entrave, aliados do presidente do Senado defendem que a discussão precisa ser aprofundada antes de uma decisão final. O impasse deve ser resolvido nas próximas reuniões de líderes.
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No cenário internacional, o Líbano acusou o Irã de usar o país como “moeda de troca” em negociações. A declaração foi feita por autoridades libanesas em meio ao agravamento da guerra no Oriente Médio. A acusação ocorre em um momento de tensão na região, com conflitos envolvendo Israel e grupos apoiados pelo Irã.
Na economia, o sistema de pagamentos Zelle, conhecido como o “PIX americano”, foi alvo de comparações. Especialistas explicam as diferenças entre os dois sistemas de transferência, destacando questões de segurança e tarifas. O Zelle é amplamente utilizado nos Estados Unidos, mas possui regras distintas do modelo brasileiro.
Na área de tecnologia, a Fifa enfrenta uma situação inusitada. Um erro no sistema de venda de ingressos para a Copa do Mundo liberou entradas gratuitas. Torcedores que resgataram os bilhetes agora são cobrados pela entidade, que exige o pagamento dos valores. O caso gerou reclamações entre os consumidores.