ONU: 50 mil desaparecidos após terremotos na Venezuela
A Organização das Nações Unidas (ONU) informou que mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas após os terremotos que atingiram a Venezuela. O número foi divulgado nesta sexta-feira, 26 de junho de 2026, e reforça a gravidade da situação no país.
De acordo com o governo venezuelano, o número oficial de mortos subiu para 920 e o de feridos chegou a 3.360. No dia anterior, o balanço apontava cerca de 500 vítimas fatais. O aumento mostra que as autoridades ainda estão contabilizando os estragos causados pelos tremores.
Equipes de resgate seguem trabalhando na tentativa de localizar sobreviventes sob os escombros. A expectativa é de que o total de vítimas aumente à medida que novas áreas destruídas são acessadas. Milhares de famílias aguardam notícias de parentes que podem estar presos.
Os terremotos devastaram diversas regiões da Venezuela. A ONU acompanha a situação e presta apoio às autoridades locais. A dimensão da tragédia é considerada grande, e os trabalhos de busca continuam nos próximos dias.
Outros desastres naturais na América Latina
Nas últimas semanas, outros países da América Latina também registraram desastres naturais. No Peru, fortes chuvas causaram enchentes em áreas rurais. O governo local declarou estado de emergência em três regiões. Pelo menos 15 pessoas morreram e mais de 2 mil ficaram desabrigadas.
No México, um terremoto de magnitude 6,4 foi registrado na costa do Pacífico. Não houve mortes, mas o tremor causou danos em edifícios antigos. As autoridades emitiram alerta de tsunami, depois cancelado. A Defesa Civil monitora a região.
Especialistas afirmam que a América Latina está em uma área de intensa atividade sísmica. Países como Chile, Peru e México têm histórico de terremotos. A Venezuela, no entanto, não registrava tremores dessa magnitude há décadas.