Renegociar dívidas: Motivos que valem a pena descobrir e usar

Os últimos acontecimentos em nosso país e no mundo ocasionou a desestruturação da economia. Com isso muitas pessoas ficaram inadimplentes e, para limpar seu nome tiveram que negociar suas dívidas.

Atualmente cerca de 60 milhões de brasileiros estão com seu nome negativado, devido ao não cumprimento de suas dívidas, ou em atraso. 

Porém, ter o nome negativado não é uma situação muito agradável, por isso, é fundamental fazer a renegociação das dívidas para voltar a comprar em lojas e estabelecimentos comerciais.

Sabemos que os débitos listados nos órgãos de proteção ao crédito impedem que a pessoa tenha acesso a novas linhas de créditos, além de restringir seu poder de compras, deixando seu nome comprometido nas instituições financeiras. Por isso, listamos algumas dicas importantes para você limpar seu nome

O que fazer para saber se tenho dívidas?

É importante antes de aprender a negociar as dívidas, é saber se elas existem, de verdade e quais são os registros oficiais. 

Os consumidores sempre têm essa dúvida, afinal, nem todos os pagamentos em atrasos ou débitos em abertos são dívidas oficiais.

Normalmente, as instituições fazem o cadastro do CPF do consumidor que se encontra inadimplente após um 90 dias sem constatação de pagamento da dívida ou tentativa de renegociação da mensalidade ou renegociação de dívidas com as Casas Bahia.

Nesse caso, as instituições acionam as principais plataformas de consulta e inserem o débito, que se torna uma dívida em aberto, que as empresas podem pesquisar, mas também negociada pelo devedor. 

Por isso, para ter equilíbrio sobre suas dívidas, e saber quais soluções buscar primeiro, é necessário que você saiba se possui dívidas. 

É importante limpar o nome

Ter o nome listado nos órgãos de proteção ao crédito pode ocasionar diversas complicações para sua vida. 

O avanço das tecnologias tornaram ainda mais fácil a consulta para saber se a pessoa é um bom ou mal pagador. 

Porém, um dos principais benefícios de limpar seu nome sujo é que você passará a ter mais facilidade na hora de contratar crédito. Isso inclui, cartão de crédito, crediário varejista, empréstimos e financiamentos.  

Até porque, os credores e empresários ficam ligados ao risco de tomar um calote.

Porém, outro ponto importante é em relação ao escore, que é um tipo de termômetro de bom pagador. Se o consumidor tiver pendências, a sua pontuação no mercado cai, implicando também no acesso ao crédito. Nesse sentido, manter o nome limpo na praça é a melhor opção.

Aprenda a não ficar mal endividado

É importante que o consumidor saiba os danos de ficar endividado ao fazer a renegociação das dívidas.  A dívida e o crédito fazem parte da vida de qualquer pessoa. O crédito é um fator importante na hora de realizar seus sonhos e planos, buscar seus objetivos e viabilizar novas conquistas.

O que o consumidor deve ter em mente, é que para ter tudo isso, não é necessário se enforcar. Tudo deve ser feito com muito planejamento e de forma consciente. É necessário que o consumidor tenha acesso a educação financeira, não adianta ganhar muito dinheiro e gastá-lo inteiro de forma desequilibrada. 

A partir do momento que a pessoa é reeducada para lidar com dinheiro, a tendência é que a inadimplência caia.

É importante trocar as dívidas caras por dívidas baratas

Ao falar com o credor ou achar outra opção de empréstimo para quitar um mau endividamento, você pode substituir as dívidas caras por dívidas mais baratas

Isso acontece porque é possível encontrar prazos melhores e taxas de juros mais baixas que façam sentido no seu orçamento, isto é, não irá prejudicar seu fluxo de caixa.

Uma ótima opção para essa troca é o empréstimo com garantia de imóvel ou o empréstimo com garantia de veículo, que oferece as menores taxas de juros do mercado. 

O consumidor também pode optar pelo crédito consignado privado, que também possui taxas de juros a partir de 0,99% ao mês. As parcelas do empréstimo são descontadas direto da folha de pagamento do trabalhador, isso diminui os riscos de inadimplência e possibilita políticas de crédito melhores e mais em conta.

Optar por juros menores

Não é necessário tirar os juros de uma dívida, porém ao fazer uma negociação é possível diminuir as taxas de juros de uma dívida que a renegociação é feita com o credor. Ainda há a possibilidade de aumentar o prazo para pagamento – e, em muitos casos, diminuir o valor dessa dívida.

Quando o credor está aberto para uma conversa, a negociação ainda pode ser bem melhor. Como é o caso de feirões realizados por birôs de créditos, como Feirão Limpa Nome da Serasa. 

Nessas ocasiões, os  credores esperam receber o consumidor endividado , para que eles entrem em um acordo sobre o valor da dívida e a forma mais simples para quitar essa dívida.

O feirão é muito útil para chamar a atenção do consumidor. Porém, é importante que o endividado não espere apenas o’feirão’ para fazer a renegociação da sua dívida.

Ao renegociar suas dívidas faz com que ela pare de crescer  

A bola de neve gerada pelo mau endividamento é o grande problema. geralmente, as principais dívidas são geradas por altas taxas de juros. 

Isso acaba dificultando o pagamento total do montante, visto que o consumidor endividado não conseguirá organizar sua renda de forma suficiente para quitar um débito. 

No entanto, com a renegociação de dívidas, a famosa bola de neve pode ter um fim. Isso porque, a pessoa endividada  pode chegar a um acordo de dívida que seja bom, tanto para o credor, quanto para a sua saúde financeira, fazendo com que a dívida pare de crescer.

Fazer a organização das suas finanças

Para uma organização financeira, é importante que o consumidor tenha uma educação financeira. 

Ela é essencial em um cenário de alto índice de inadimplência.

Ter ciência de finanças pessoais, planejamento de gastos e do seu próprio orçamento faz com que você seja mais reacional com os gastos. Isso irá evitar a impulsividade e o mau endividamento – assim como alto índice de consumidores com o nome sujo no mercado.

Veja também 7 Técnicas para economizar dinheiro